Moms at Work

Blog dedicado às mães (E pais. Porquê não?) que estão na labuta - seja dentro ou fora de casa - e querem compartilhar dicas, novidades, barbadas imperdíveis e conselhos que auxiliem na conciliação entre maternidade e trabalho.

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quinta-feira, 31 de julho de 2008

Thereza Soares Pagani, mestra de crianças e pais

Buscando uma boa educação para minhas filhas, consegui uma mestra para mim: Thereza Soares Pagani, a querida e sábia Therezita.

Compartilho alguns de seus textos que estão na rede:
<http://www.crmariocovas.sp.gov.br/noticia.php?it=6152

<http://www.gtpos.org.br/index.asp?Fuseaction=Informacoes&ParentId=266>

E indico os livros de Dulcilia L. Buitoni sobre o trabalho da Therezita na Tearte:

Quintal Mágico (esgotado, mas pode ser lido nas bibliotecas da Faculdade de Educação, Psicologia e da Escola de Comunicações e Artes da USP)
<http://dedalus.usp.br:4500/ALEPH/POR/USP/USP/MONO/FULL/0370527?>

E De volta ao Quintal Mágico:
<http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&ProdTypeId=1&ProdId=1706218&ST=SE>


Espetáculo infantil de dança e música - 02 e 03/08/08

"Cinco Dançadeiras...Peiras Meiras Dimofeiras Seracoteiras", da Companhia Giz de Cena estará no Teatro Escola Brincante neste final de semana, dias 02 e 03 de agosto, às 16 H, com ingressos a R$ 20, - R. Purpurina, 428 - V.Madalena

quarta-feira, 30 de julho de 2008

Como fazer um "sling"?


Sou fã de "slings"!
Descobri por necessidade... Minha filhota mais velha tinha aquele já mencionado problemão de sono e só conseguia ficar bem e dormir no meu colo (além de não aceitar o colo de mais ninguém). Naturalmente, eu não conseguia ter as mãos livres nem para comer e adquiri tendinite nos dois ombros... Numa tarde de desespero, peguei um anúncio na revista "Meu Nenê" <http://meunene.uol.com.br/index.asp> e liguei para a Kangoroo Baby <http://www.kangoroobaby.com.br/>. Algumas horas depois, eu já estava carregando minha bebê no sling.

Como dei o primeiro sling, comprei outro na segunda gravidez. Mas assumo que os preços são salgados demais para um produto tão simples. Então, dei uma procurada para ver se achava algum site ensinando a fazer. Para variar só achei "gringos":


Caso você não tenha habilidades de costura e prefira comprar pronto, lá vão outros endereços de fabricantes:




Cama compartilhada


Tenho especial prazer em falar da "cama compartilhada" ou "co-sleeping", pois infelizmente não tinha conhecimento das teorias quando fui mãe pela primeira vez e passei por maus bocados com relação ao sono da minha filha.
Minha pequena tinha um problema sério para dormir e passamos oito longos meses passando por todos os exames, médicos, psicólogos, benzedeiras (no creo en brujas, pero...) possíveis e imagináveis. Recebi os conselhos e palpites mais cruéis e inúteis que se pode ouvir (inclusive de médicos e da minha família).
Só resolvi o problema quando decidi seguir meu instinto e coloquei a pequena para dormir sobre a minha barriga e mais tarde entre eu e meu marido. Hoje ela tem sete anos, é uma menina esperta e independente e dorme na cama dela (a não ser quando está doente ou quando quer um xodó a mais...).

Dêem uma olhada nos sites abaixo e por favor não acreditem que deixar um bebê chorando é solução para o sono de ninguém (aliás, as crianças mais dependentes e inseguras que conheço foram bebês deixados chorando até se "acostumarem"):

<http://camacompartilhada.multiply.com/>
<http://solucoes.multiply.com/journal/item/8>
<http://www.cosleeping.org/>

terça-feira, 29 de julho de 2008

O dilema das fraldas


Continuando a reflexão sobre consciência ecológica, decidi tratar da questão polêmica das fraldas.
Pois é, minha avó e minha mãe lavaram, ferveram e passaram milhares de fraldas de seus filhos e parecia que uma grande conquista tinha sido alcançada com a invenção e popularização das fraldas descartáveis. Apenas parecia... pois, com os atuais e insustentáveis padrões de consumo, o uso das fraldas descartáveis está sendo posto em julgamento!
Mas que dureza, não é? Não basta termos que trabalhar o dia inteiro, cuidar da casa, das crianças, estar em dia com o corpo e com a cabeça, agora teremos que voltar a lavar, ferver e passar milhares de fraldas (e absorventes intímos também, é claro!) novamente?!
Tudo bem, modernizaram o formato... Algumas fraldas e absorventes são bem bonitinhos, estampadinhos... Mas para a higiene ser bacana, ainda é necessário o emprego de muita energia manual e muito tempo.
Quem trabalha fora consegue fazer tudo isso? Por favor, não me digam que vão explorar alguém para lavar seus absorventes e fraldas dos seus filhos... Não é exatamente uma atitude consciente...

Minhas filhas usaram fraldas descartáveis (a última parou há pouco tempo!!!). Não tenho orgulho da quantidade de lixo e desperdício que produzimos, mas como mãe que labuta fora de casa, não consegui encontrar uma outra solução na ocasião. Mas, que tal dar uma olhada no que mães que optaram por fraldas de pano ou pela ausência de fraldas dizem:
<http://www.babyslings.com.br/fraldas_de_pano_web.htm>
<http://www.naturkinda.com/fraldas.html>
<http://fraldadepano.wordpress.com/>
<http://www.white-boucke.com/reviews/ipportuguese.html>
<http://www.timl.com/ipt/>
Obs.: Já está na hora dos fabricantes de fraldas brasileiros colocarem no mercado fraldas biodegradáveis como já existem no exterior!

Ecologia X Filhos

É possível ser "ecologicamente correto" e ter filhos?

Infelizmente, vivemos em uma época que precisamos pensar sobre isto...

Em 1900, a população mundial estava em torno de 1,65 bilhões habitantes e atualmente somos mais de de 6,6 bilhões de pessoas.
A maioria desta população mundial está abaixo da linha da pobreza enquanto uma minoria continua consumindo os recursos da Terra indiscriminadamente. E o cerne da questão é justamente este, pois não existem recursos disponíveis para retirar esta maioria da população da miséria e aumentar seu padrão de consumo sem que isto afete profundamente o destino ecológico da Terra; assim como não também não é ecologicamente sustentável que uma minoria continue com seus hábitos de consumo predatórios.

Segundo o metereologista Prof. Dr. Carlos Nobre:
“É impossível mudar essas coisas de um dia para o outro, mas isso tem que ser mudado. O planeta não tem recursos naturais para manter o consumo de energia, o consumo de alimento, o consumo de proteína animal que a classe média brasileira ou que os Estados Unidos ou a Europa Ocidental têm. Se os chineses pobres, se os indianos e se todos os pobres do mundo quiserem chegar até a metade desse nível, então teremos que mudar profundamente nossas expectativas sobre o futuro da humanidade”

Isto quer dizer que não é ecologicamente correto ter filhos?! É, acredito que lamentavelmente não é.
Mas também acredito que ter filhos é uma renovação do nosso compromisso com a própria humanidade. Pois, nos dias que correm (e voam) e com as "urgências" consumistas com que somos bombardeados, é muito fácil esquecermos de nossas responsabilidades com os outros seres vivos que habitam a Terra, mas acredito que a maternidade e paternidade pode nos fazer refletir acerca nosso papel para a sustentabilidade do planeta. Logo, tornar-se mãe e pai pode ter o poder de ampliar nossa consciência ecológica.
Contraditório? Talvez, mas tremendamente humano...

Eu entendo que algumas decisões devem ser tomadas agora para que nossos filhos (netos, bisnetos...) possam também ter algum grau de arbítrio, pois do contrário só relegaremos a eles problemas insolúveis.
Estas decisões que devemos tomar passam pelo plano pessoal e pelo plano político. Isto quer dizer que não adianta somente diminuir o consumo de sua casa ou procurar produtos ecologicamente sustentáveis, sem cobrar das autoridades competentes, produtores e da sociedade em geral uma postura sustentável.

Será que você está achando este discurso radical? Espero que não, pois não me considero ecologicamente radical. Aliás, na minha prática cotidiana ainda estou "anos luz" de conseguir levar uma vida sustentável (como a maioria dos que não vivem em uma ilha deserta ou caverna), mas quero que a Terra de minhas filhas tenha uma chance de se recuperar.

segunda-feira, 28 de julho de 2008

Oficina de fotografia para crianças - 31/08/08

Dica cultural:

"31/08/2008[São Paulo]
Oficina de Fotografia “Pinhole” para crianças

Pinhole é um processo alternativo de se fazer fotografia sem a necessidade do uso de equipamentos convencionais. O nome, deriva do inglês “pin-hole”, que traduzido significa furo de alfinete. O processo de produzir fotografias com esta técnica é simples e não exige equipamentos complexos. Basta um caixote ou lata revestida internamente de preto e um pequeno orifício em um dos lados (um buraco de agulha). A oficina, direcionada ao público infantil, pretende explicar e demonstrar como se dá a formação da imagem com esse aparato de fabricação simplificada, que poderá ser construída por cada participante a partir das orientações fornecidas pela fotógrafa Ângela Garcia.Quando: 31/8 l dom., 11h Onde: CPC – Casa de Dona Yayá l R. Major Diogo, 353, Bela Vista Quanto: atividade gratuitaInformações: (11) 3106-3562 l www.usp.br/cpc"
Fonte: Caminhos da Cultura <http://www.usp.br/prc/caminhos/index.php>

Saburo Shochi na FEUSP

Fiquei curiosa! Se der, vou assistir:

<http://www4.usp.br/index.php/educacao/39-educacao/14912-saburo-shochi-de-101-anos-defendera-afeto-e-brinquedos-em-palestra-na-fe>

Yoga para pais e filhos

Que tal praticar Yoga com seus filhos?
De forma lúdica o livro "Meu Pai é um Pretzel" de Baron Batiste e Sophie Fatus, estimula a prática em família.

As ilustrações são lindas e fáceis de seguir! Minhas filhas de 7 e 2 anos adoram, cada uma no seu ritmo...




No submarino:



Shantala



Nada melhor que "Shantala" para massagear, acarinhar e acalmar bebês!

Recomendo o livro de Frederick Leboyer (o mesmo do parto Leboyer) "Shantala: Uma Arte Tradicional". No Submarino:

Para ter uma idéia dos movimentos, dê uma olhada no site da Natura:

sábado, 26 de julho de 2008

Busca por escolas


A busca por uma escola que se encaixe nas necessidades e anseios de sua família pode ser uma tarefa trabalhosa.
Sugiro dois sites que podem auxiliar:

No site da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo, clicando em "Central de Atendimento" e em seguida em "Pesquisa de Escolas", você poderá fazer triagens por localização, por faixa do ensino e por sistemas municipal, estadual e privado.
<http://www.educacao.sp.gov.br/>

Já no site do "Guia Escolas", você poderá ter acesso a informações detalhadas (incluindo valores médios de mensalidades), textos sobre as propostas pedagógicas, e fotografias de escolas particulares.
<http://www.seuguiaescolas.com.br/index.php>

É importante ter em conta que a "melhor escola" não é a mesma para todas as famílias (em alguns casos, a "melhor escola" pode ser diferente até para irmãos).
Mais do que a "fama" ou "status" da escola, deve-se ter em conta o tipo de educação que a família dá em casa e a linha pedagógica que a escola segue.
Acho essencial formar uma boa parceria família/escola e para isso é preciso conhecer e confiar nos valores que a escola escolhida veicula.
Então antes de escolher, visite algumas vezes a escola, converse com o coordenador pedagógico, com os pais dos alunos, repare no comportamento dos alunos, leia o material de divulgação...
A boa escola deve ser aquela que você e seus filhos se sintam à vontade, e que não seja necessário fazer sacrifícios monstruosos (financeiros ou de distância) para poder frequentar.

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Tabela de Crescimento


Existem muitas tabelas de crescimento espalhadas pela net, publicadas em revistas especializadas, mas algumas estão desatualizadas ou não são confiáveis.

Uma fonte segura é a Organização Mundial de Saúde. Acesse as tabelas no site:

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Cultura e Lazer em Família nos Finais de Semana

Que tal aliar educação com diversão em passeios para toda a família nos finais de semana?
Então, anotem:

Programa “Arte em Família”
Museu Lasar Segall
Rua Berta, 111 – Vila Mariana
Tel: (11) 5574-7322
Ver agenda no site: http://www.museusegall.org.br/lsFetchList.asp?sMenu=L004&sOrdem=3&sTipo=3

Programa “Fins de Semana em Museus e Acervos da Cidade Universitária”
Visitas com monitoria no MAC, MAE, IEB, IGc, IO e ICB.
Maiores informações sobre endereços, horários e agendamento no site do Museu de Ciências da USP:
http://www.museudeciencias.usp.br/

Programa “Ponto de Encontro: prática artística para adultos e crianças”
Instituto Tomie Ohtake
Av. Faria Lima, 201 (entrada pela Rua Coropés) – Pinheiros
Tel: (11) 2245-1900
Fique de olho na agenda:
http://www.institutotomieohtake.org.br/programacao/cursos/tecursos23.html

Programa “Interar-te”
MAC Ibirapuera
Avenida Pedro Álvares Cabral, s/nº - Parque do Ibirapuera
Mais informações sobre a programação pelo telefone: (11) 3091-3538.
O site do MAC está há um tempão fora do ar, mas o endereço é o seguinte:
www.mac.usp.br

Amamentação

A amamentação é um tema que ainda é cercado de mitos. Quanto mais "grilos" na cabeça da mãe, mais dificuldades no aleitamento...
Pensando nisso, sugiro alguns sites esclarecedores:
<http://www.unicef.org/brazil/pt/activities_10003.htm?gclid=CJm9osuh1pQCFQNaFQodSWDQkQ>
<http://www.amigasdopeito.org.br/>
<http://www.aleitamento.com>
<http://www.fiocruz.br/redeblh/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?tpl=home>

Dica de quem já amamentou duas meninas:
1)Relaxe, pois não há nada mais natural que um mamífero amamentar. E você é antes de mais nada um mamífero!
2) Não desista na primeira dificuldade, pois vale a pena para sua saúde e para a saúde do bebê.

Brechós Infantis

Sabe aquela roupinha linda que seu filho só usou duas vezes? Ou aquela que quando você decidiu experimentar na criança não servia mais? Além de passar para o próximo rebento e doar, você também tem a opção de trocar por outra roupa que sirva.

O Brechó/Ponta de Estoque "Bolota", por exemplo, oferece a opção de trocar roupinhas por créditos a serem usados na própria loja.
Como eles são super criteriosos na seleção do brechó (eles não recebem nada gasto, com manchas, descosturados, ou baixa qualidade), as roupinhas são lindas. Também a ponta de estoque tem roupinhas de excelente qualidade com preços justos.
Bolota - Rua Fradique Coutinho, 825, Vila Madalena
<http://www.bolota.com.br/>

Outras opções de brechós infantis em São Paulo:
<http://www.carambolakids.com.br/>
<http://www.eraumavezoutravez.com.br/portal/index.php>
<http://www.repeteco.com.br/>
<http://www.brechoxereta.com.br/index.htm>

Ah, além de roupas, a maioria destes brechós tem carrinhos, cadeirinhas de carro, brinquedos...



Alguém tem notícias de "feiras de trocas" de roupas infantis em São Paulo?

Enxoval

Bom, como este blog se propõe a dar dicas, vamos começar com uma boa lista de enxoval, né?!




Acho a lista da loja "Alô Bebê" bem completa, mas é preciso personalizar para diferentes mães, bolsos e necessidades:
<http://www.alobebe.com.br/site/enxoval/padrao.asp>

Cuidado com o excesso de entusiasmo na hora de escolher os itens de sua lista. Tem muita coisa que dá para viver sem nunca ter conhecido ou que o modelo mais barato resolve.

A Loja "Alô Bebê" oferece o serviço de listas de chá de bebê (quem souber de outras, por favor indique). Ao organizar seu "baby shower" saiba que esta é uma opção que facilita e muito a vida dos convidados (afinal ninguém tem obrigação de saber o que é uma "concha para seios" ou um "cueiro").
No entanto, esta não é exatamente uma loja baratinha, então é melhor pesquisar antes de sair comprando todos os itens lá.

Uma boa opção para comprar bodies, culotes, macacões e moletons é a "Baby Passo a Passo", que fica na Rua dos Italianos, 301 - Bom Retiro. O site é meio ruinzinho, mas lá vai:
<http://www.babypassoapasso.com.br/home.html>

Pela proximidade com a "Alô Bebê" de Perdizes, muitas vezes a "Hercules" (Av. Sumaré, 535) oferece boas ofertas para poder fazer concorrência. Fique de olho na diferença de preço entre os carrinhos entre as duas lojas!

Quem tem boas dicas no Brás? Please, mande!

terça-feira, 22 de julho de 2008

Abaixo a pieguice!

Quem está acostumado a frequentar sites e blogs sobre maternidade e filhos talvez estranhe o "tom" que tento empregar neste blog.
Aqui não pretendo postar depoimentos melosos, conselhos e dicas impraticáveis para quem está tentando conciliar bem maternidade, trabalho, estudos...






Adoro ser mãe, mas não tenho paciência (nem tempo) para excesso de pieguices! Além disso, percebo que a maternidade é demasiado idealizada, o que muitas vezes atrapalha o acesso das mães (e pais) à informações úteis.
Pretendo que este seja um espaço para troca de informações esclarecedoras, dicas com bom custo/benefício, conselhos práticos e simples e depoimentos confortantes.
Pode parecer exagerado, mas quando fui mãe pela primeira vez tomei um susto danado ao me deparar com uma realidade que não era exatamente um comercial da "Johnson & Johnson".

Isto não quer dizer que a maternidade não seja a coisa mais maravilhosa que me aconteceu como ser Humano, mas apenas que para ser uma boa mãe não é preciso encarnar um estereótipo romântico do século XIX, que não casa mais com o estilo de vida da maioria de nós.

De onde surgiu a idéia do blog "Moms at Work"?

Estava eu no intervalo para almoço da labuta diária, em uma enorme fila de um restaurante por kilo. Na minha frente duas recém-grávidas de primeira viagem trocando figurinhas sobre seu estado "interessante" e seus futuros bebês.
Como boa enxerida que sou, passei a ouvir atentamente a conversa.
A certa altura - em meio a seus delírios românticos de como conciliar a bolsa sanduíche de doutorado, a reforma da casa e a maternidade - as gravidinhas citaram uma "lista" que uma delas teria recebido por e-mail e repassado para a outra.
A tal "lista" seria uma compilação "completa" de dicas para futuras mamães, e teria conselhos "maravilhosos", listagens de enxoval e dicas de lojas barateiras.
Apesar do único conselho que elas verbalizaram ser meio porco (andar com uma garrafa de água mineral para limpar chupetas ou invés de perder tempo fervendo-as), confesso que fiquei tentada a pedir que me mandassem a "lista" por e-mail.
Mas amarelei... Fiquei com vergonha de ter prestado atenção na conversa alheia, não tive coragem...

Na verdade, trocar dicas e conselhos uma prática muito comum e valiosa entre mães.
Eu mesma já recebi muita ajuda de mães mais experientes e acho super gostoso repassar o que funcionou comigo e com minhas filhas. Pensando nisso, resolvi criar este blog para que mães que estão na labuta de criar seus filhos possam compartilhar dicas e conselhos (mesmo que alguns meio porcos) e trocar experiências.




Como não consegui a "lista completa" das gravidinhas, vou precisar de ajuda de outras mães (pais e pães) para organizar neste blog uma espécie de serviço de utilidade pública materna que substitua a "lista" perdida.
Quem quiser participar pode enviar sua contribuição por e-mail: momsatwork@ymail.com ou postar suas contribuições nos comentários.